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31/10/2017

Tomei um top-down! Como agir?

José Ferrazza Gestão de Projetos

Introdução

Quando gerentes encaram top-down, uns entendem que faz parte da subordinação. Por outro lado, outros interpretam como falta de respeito.

Mas afinal, você sabe o que é top-down?

Qual é a melhor forma de reagir a um top-down?

Além disso, existe alguma forma de fazer gestão sobre um top-down?

Sim, existe! E esse artigo vai te direcionar sobre a melhor forma de agir frente a essa imposição.

O que é um top-down?

“Top-down”, “crachazada”, “carteirada”, você certamente conhece alguém que já passou por isso.

Ninguém aceita com naturalidade esse tipo de imposição, até porque o top-down só acontece quando existe uma divergência de opiniões entre o subordinado e um superior hierárquico.

Na maioria das vezes, o top-down é uma atitude autoritária onde, quem “toma” o top-down, se vê obrigado a fazer alguma coisa que não concorda.

quando ocorre o top-down? gestão top-down na prática

Vamos iniciar nossa abordagem através da contextualização de um escalonamento referente a um problema muito comum: o escopo do projeto não cabe no prazo desejado.

O gerente já realizou diversos estudos mas a solução desse issue é praticamente única: sem aporte financeiro não existe a possibilidade de entregar na data almejada.

Durante a reunião para apresentação do issue, diversas ideias são discutidas, mas uma delas ganha a simpatia de grande parte da audiência.

O diretor então toma a decisão e ordena: “faça dessa forma”.

Tomei um top-down - Faça dessa forma

E ai? Como agir e fazer gestão da situação?

Para o gerente, simplesmente acatar à ordem pode parecer o caminho mais cômodo, mas certamente, não é o caminho mais adequado.

Por outro lado, é altamente recomendado não resistir sem um argumento sólido.

Mesmo que a solução proposta pareça impraticável é muito importante que o gerente de projetos solicite um prazo para analisar se o que foi proposto:

  • é viável
  • é exequível
  • ou é loucura

Gestores tem obrigação de apresentar o plano para entregar o que está sendo solicitado, mas também tem o dever de apontar os riscos e issues inerentes à execução.

Isso se aplica à qualquer decisão, sobretudo a um top-down.

É muito importante que todos os gestores tenham em mente que:

  • Apresentar os riscos associados a um top-down não é insubordinação
  • Apresentar os custos adicionais gerados por um top-down não é insubordinação
  • Registrar os efeitos colaterais de um top-down são importantes lições aprendidas
  • Fazer analogias com outras decisões similares é um excelente caminho para mensurar o tamanho dos riscos

Se o resultado de toda essa análise sinalizar um desfecho controverso ou incerto, antes de iniciar a execução, é necessário compartilhar a devolutiva da análise com responsável pelo top-down.

Se mesmo após a apresentação dos custos, issues, riscos, histórico de decisões similares e lições aprendidas a decisão que gerou o top-down for mantida, o plano deve ser executado.

A gestão da situação foi realizada. A partir desse momento, qualquer resistência do gerente pode ser considerado insubordinação.

Conclusão

Fazer a gestão do top-down nada mais é do que fazer uma gestão efetiva dos riscos e issues mapeados a partir da tomada de decisão. É exatamente essa gestão que vai resguardar o gestor da resposabilidade do insucesso e justificar os resultados provocados pela imposição.

Mesmo que os riscos e issues expostos direcionem para um cenário catastrófico, se a decisão do top-down for mantida, ela deve ser executado pelo gerente.

Nesse cenário, o resultado negativo não será sinônimo de fracasso pois gestão foi efetivamente realizada.

Importante: Não existe gestão sobre top-down que quebre o código de conduta.


💡 Para entender na prática como os temas se conectam, veja o roadmap de Gestao de Projetos.

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